quarta-feira, 27 de abril de 2011

A Tv Liberal está em Festa



Os 35 anos da afiliada da Globo, em Belém, são comemorados com show de graça e ao vivo para os telespectadores.



Hoje a TV Liberal, afiliada da Rede Globo em Belém, completa 35 anos. Para comemorar essas três décadas e meia de um trabalho voltado à informação da população sobre os maiores acontecimentos do Estado e do País, as Organizações Romulo Maiorana (ORM) realizam uma mega festa, no Cidade Folia. Atrações como Banda Calypso, a cantora Fafá de Belém e a aparelhagem de som Super Pop - além de um elenco de globais convidados especialmente para o aniversário - farão a alegria do público, que poderá trocar um quilo de alimento não perecível pelo ingresso para a festa, comandada pela equipe de marketing da TV Liberal e pela Bis Entretenimento.
Até a manhã de ontem, terça-feira, cerca de quatro toneladas de alimentos já haviam sido arrecadadas. A cada minuto, pessoas chegavam à sede da TV Liberal, na avenida Nazaré, para fazer a troca pelo ingresso. A gerência de marketing da TV espera acumular doze toneladas até o final da tarde de hoje (27). Todo o conteúdo arrecadado será distribuído entre as instituições atendidas pelo Criança Vida, a partir da próxima sexta-feira (29).
Ribeiro Júnior, gerente de marketing da TV Liberal, diz que a festa de aniversário da emissora é a maior já produzida para celebrar essas mais de três décadas de sucesso. E ainda, para comemorar, a nova campanha conceitual, "Todas os dias com você", ganhará reforço. "Queremos reafirmar a proximidade com o telespectador. A TV Liberal faz parte do cotidiano das pessoas. Por isso preparamos essa festa tão grandiosa para comemorar junto com o nosso público esses 35 anos de atuação", destaca Ribeiro.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

A Câmara dos Deputados deverá investigar os indícios de fraude na Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa)

Domingos Juvenil
Os deputados Cláudio Puty (PT-PA), Jean Wyllys (PSOL-RJ), Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) e Francisco Paciano (PT-AM) entregaram ontem à Mesa Diretora da Casa requerimento para a criação de uma comissão externa para participação nas investigações do Ministério Público do Pará, que, na última terça-feira, cumpriu quatro mandados de prisão e mandados de busca e apreensão contra funcionários, ex-funcionários e ex-parlamentares da Alepa. Em 30 dias de investigação, o MPE confirmou denúncias de existência de funcionários fantasmas, pagamento de vantagens indevidas, laranjas na folha de pagamento e sonegação de imposto de renda de pessoa física e contribuição previdenciária. Irregularidades que sangravam em pelo menos R$ 1 milhão, por mês, os cofres da Assembleia. "Como há indícios de desvios de recursos federais, como aqueles associados a imposto de renda, descontos previdenciários, inclusive, envolvimento da Receita Federal na apuração, nada mais natural que a Câmara Federal participe dessa investigação. Até porque há uma rejeição da própria Asembleia Legislativa do Pará no sentido de abrir as informações, de instaurar a CPI da corrupção. Não obstante, todos os indícios de irregularidades flagrantes, dadas as prisões, pela busca e apreensão na casa do Domingos Juvenil, o envolvimento do ex-diretor administrativo financeiro e atual diretor do Detran no processo, implica que o envolvimento de tanta gente poderosa do Pará já é de amplo interesse público, não se restringe somente aos interesses da Assembleia", justifica o deputado Claudio Puty.
Robgol ( ídolo do Paysandu)
Segundo o parlamentar paraense, o presidente da Casa, o deputado Marcos Maia (PT-RS), deverá decidir na próxima terça-feira sobre a criação da comissão externa e definir o colegiado que deverá integrá-la. "Existem dois tipos de comissão externa na Câmara: aquela que gera ônus e a que não gera. A que gera ônus tem que ir a plenário. A que não gera, fica a critério da decisão monocrática do presidente da Casa. Nós, parlamentares, estamos dispostos a pagar as nossas passagens, de não gerar nenhum ônus à Câmara dos Deputados. Ele já deverá, no início da próxima semana, designar os membros da comissão externa, que, provavelmente, serão os autores do requerimento", explicou Puty.

HISTÓRICO


Na terça-feira passada, oito promotores de Justiça, com apoio da Divisão de Investigação e Operações Especiais (Dioe), da Polícia Civil, recolheram documentos e provas nas casas dos ex-deputados estaduais Domingos Juvenil (PMDB), que foi presidente da Assembleia, e José Robson do Nascimento, o Robgol, ex jogador do paysandu (PTB), além da própria sede da Casa, em Belém. Na casa de Robgol foram apreendidos R$ 500 mil em dinheiro e R$ 40 mil em vale alimentação da Alepa.
Durante a busca por documentos e provas na casa dos acusados e na sede do Poder Legislativo, foram detidos provisoriamente os funcionários Jorge Moisés Caddah, diretor do departamento de informática; Semmel Charone, ex-chefe do Gabinete Civil e que também já foi responsável pela contratação de estagiários; Daura Hage, atualmente na Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego e Renda (Seter); e Euzilene Lima, ex-funcionária do gabinete do ex-deputado Robgol e que, atualmente, estaria lotada no setor de pessoal.
(O Liberal)

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Estado e Itamaraty discutem ajuda a paraenses que vivem no exterior

"Atualmente existem cerca de 3 milhões de brasileiros vivendo em situação de risco no exterior", informou o subsecretário do Itamaraty, embaixador Eduardo Ricardo Gradilone, responsável pelas questões de emigração e imigração no Brasil, em reunião na manhã desta quarta-feira (20), com o governador em exercício, Helenilson Pontes. O embaixador estava acompanhado da diretora do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior, ministra Luiza Lopes, e do conselheiro Aluízio Gomide, do Ministério das Relações Exteriores.
O objetivo da visita do embaixador e comitiva foi buscar parceria com o governo do Estado para auxiliar os paraenses que vivem no exterior. "Colocar o Pará no cenário dessas discussões contribui para auxiliar os paraenses que não têm acesso ou mesmo desconhecem seus direitos quando emigram", destacou Eduardo Ricardo Gradilone.
O embaixador afirmou que há uma grande dificuldade em fazer um levantamento de quantos brasileiros vivem em situação ilegal em outros países, pois os mesmos se recusam a preencher formulários por medo de represálias. No entanto, ressaltou que essa realidade está mudando devido às visitas constantes que o Itamaraty tem feito a esses lugares, conquistando assim a confiança dos brasileiros.
Proposta - Uma das popostas feitas pelo subsecretário ao governo do Pará foi a criação de um escritório que atenda os paraenses que retornam do exterior, oferecendo auxílio e condições para que eles relatem os problemas que enfrentaram fora do Brasil. O escritório serviria também para esclarecer paraenses que pretendem ir para o exterior sobre os perigos de entrar em outro país ilegalmente.
A Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Sedes) mantém o albergue Domingos Zaluth, que atende os paraenses que retornam ao Estado depois de sofrerem abusos nos países para onde emigraram.
Segundo dados da Sedes, em 2010 o abrigo recebeu 10 pessoas que retornaram da Guiana Francesa e uma da Colômbia, onde trabalhavam em garimpo ou, no caso das mulheres, em prostituição. As pessoas que retornam para o Estado recebem atendimento oferecido pela Sedes, e ficam tuteladas pelo Estado até o retorno para as famílias. A articulação entre o Estado e esses paraenses é feita pela embaixada.
O subsecretário informou ainda que muitos paraenses vivem no Suriname em condições precárias, vulneráveis à prostituição, prisões, abusos da polícia, analfabetismo e outros problemas sociais. Nos garimpos daquele país, acrescentou, de 100 trabalhadores, 50 são brasileiros.
O Itamaraty mantém o serviço de assistência consular, destinado a auxiliar brasileiros que vivem em situações de risco no exterior.
O encontro aconteceu na Delegacia Geral de Polícia Civil e contou com a participação da secretária de Estado de Administração, Alice Viana; da diretora de Assistência Social da Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social, Rosiane Souza; do delegado Geral de Polícia Civil, Nilton Ataíde, e do secretário de Estado de Segurança Pública, Luiz Fernandes.
Agência Pará de Notícias



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