Olá pessoal, estamos um pouco (muito desaparecidos não é mesmo? e olha que nesse enorme tempo que passamos sumidos, tivemos muitos acontecimentos importantíssimos ocorridos em nosso estado e que acabamos por não comentarmos por aqui.
Vamos tentar a partir de agora ficar sempre ligados e jamais deixar de estar postando aqui os fatos relevantes a nossa informações
Um blog agregador de tudo aquilo do nosso tão grandioso estado, para nós que amamos essa lugar, seus encantos, sua história, sua arte,... Quando andamos por nossas ruas, seja na tão famosa chuva da tarde ou no sol escaldante, sentimos sempre o mesmo prazer. Observar nossos encantos quase que escondidos é uma experiência indescritível. Nenhum estado, tem tanta beleza e tantas riquezas como esse, somos ricos em inúmeras coisas inclusive/principalmente nossa cultura e nossa culinária.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Acordo assegura o fim da manifestação de policiais
Compromisso
Termo estabelece o retorno dos PMs ao trabalho e reafirma política salarial
A manifestação dos praças da Polícia Militar do Pará foi oficialmente encerrada ontem de manhã, após sete dias de movimento, com a assinatura de um termo de compromisso na sede da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), em Belém. O documento estabelece o retorno imediato dos PMs às atividades e reafirma à categoria a política de melhoria salarial que vem sendo adotada pelo Governo do Estado nos últimos três anos. No termo, ficam garantidas ainda outras vantagens, entre elas os 100% da gratificação do risco de vida, que será incluída na remuneração dos militares até novembro, além do pagamento do auxílio-fardamento para subtenentes e sargentos, após a aprovação de legislação específica. O auxílio é referente a um soldo de terceiro sargento.
O termo de compromisso foi assinado pelo titular da Segup, Luiz Fernandes Rocha, e pelos comandantes da Polícia Militar, coronel Daniel Mendes, e do Corpo de Bombeiros, coronel João Hilberto Figueiredo. Pelo Legislativo, assinaram o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Márcio Miranda, e os parlamentares José Megale, Raimundo Santos, Edmilson Rodrigues, Edilson Moura, Ana Cunha e José Francisco. Representantes do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seção Pará, e dos manifestantes militares também firmaram o acordo.
A composição de uma comissão mista, com frequência mensal, para estudar as propostas relacionadas à política salarial dos praças, a serem implantadas a partir de 2015, foi outro ponto assegurado no documento. A primeira reunião está marcada para 15 de maio. Essa comissão, que será formada por representantes dos poderes Executivo e Legislativo, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) do Pará e das entidades de classe dos praças militares do Estado, vai reavaliar o vale-alimentação, podendo ser reajustado o valor e pago diretamente no contracheque dos servidores.
domingo, 30 de março de 2014
Governo do PA proíbe saída de peixe do estado para semana santa
O governo do Pará publicou nesta sexta-feira (28) um decreto que proíbe a saída de pescado do estado durante a semana santa. Com a medida, fica proibida a comercialização de pescado fresco, resfriado e salgado para fora do Pará - o único comércio liberado é o de peixe congelado, beneficiado no estado - entre os dias 1º e 18 de abril. Quem desrespeitar a medida será multado, além de ter o produto apreendido e doado para instituições de caridade.
Para garantir a permanência do pescado, a Agência Agropecuária do Pará não irá emitir guias de transporte animal para pescado vivo, enquanto a Secretaria de Pesca e Aquiculturá irá suspender a emissão de autorização de transporte de peixe fresco e resfriado.O governo fará controle de fronteiras em rodovias e portos, para flagrar pescado sem autorização.
Exportação
Para o secretário de pesca e aquicultura do Pará, a produção do estado, que chegou a 720 mil toneladas em 2013, visa primariamente a exportação, já que o volume é grande demais para o mercado do estado - com excessão de datas especiais, como a semana santa, quando a procura aumenta. "O decreto visa coibir a ação de atravessadores, que enchem carretas com peixe in natura e beneficiam em outros estados, gerando empregos e tributos fora do Pará. Por isso, embora sejamos um grande produtor, acaba faltando peixe fresco nas feiras de Belém", explica.
Para o secretário de pesca e aquicultura do Pará, a produção do estado, que chegou a 720 mil toneladas em 2013, visa primariamente a exportação, já que o volume é grande demais para o mercado do estado - com excessão de datas especiais, como a semana santa, quando a procura aumenta. "O decreto visa coibir a ação de atravessadores, que enchem carretas com peixe in natura e beneficiam em outros estados, gerando empregos e tributos fora do Pará. Por isso, embora sejamos um grande produtor, acaba faltando peixe fresco nas feiras de Belém", explica.
Abastecimento
Segundo o economista Roberto Sena, o decreto deve ter um impacto positivo no custo do peixe para o consumidor paraense, já que as pesquisas realizadas no mês de março apontam tendêcia de alta de preços durante a quaresma. "Esperamos uma oferta maior garantindo o abastecimento, com equilíbrio de preços", avalia.
Segundo o economista Roberto Sena, o decreto deve ter um impacto positivo no custo do peixe para o consumidor paraense, já que as pesquisas realizadas no mês de março apontam tendêcia de alta de preços durante a quaresma. "Esperamos uma oferta maior garantindo o abastecimento, com equilíbrio de preços", avalia.
Tradição
A funcionária pública Dora Cunha conta que, durante a quaresma, evita comer carne vermelha nas quartas e sextas-feiras. "São os dias que a igreja orienta para abstinência", explica. Para ela, a medida pode ser benéfica para o consumidor que quer manter a tradição. "O peixe tende a ficar caro, já que a procura é grande. Faz parte da lei do mercado, mas a gente procura manter a tradição, apesar do preço, buscando alternativas em feiras livres e feiras do pescado popular", explica.
A funcionária pública Dora Cunha conta que, durante a quaresma, evita comer carne vermelha nas quartas e sextas-feiras. "São os dias que a igreja orienta para abstinência", explica. Para ela, a medida pode ser benéfica para o consumidor que quer manter a tradição. "O peixe tende a ficar caro, já que a procura é grande. Faz parte da lei do mercado, mas a gente procura manter a tradição, apesar do preço, buscando alternativas em feiras livres e feiras do pescado popular", explica.
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